segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Consciência Negra 30 anos

XXX MARCHA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
“30 ANOS DE MOBILIZAÇÃO E LUTA NEGRA”
NOVEMBRO-2009

A luta negra no Brasil que teve seus marcos fundantes no período do Brasil Colônia referenciados nas lutas dos diversos quilombos espalhados pelo Brasil, dentre os quais PALMARES e seu grande ultimo líder ZUMBI são as maiores referências, bem como nas revoltas negras urbanas.

A sua rearticulação nos últimos 30 anos ocorre no período da ditadura militar sob a vigência do Ato Institucional Nº 5 (AI-5), lançado pelo presidente Costa e Silva em 1968, ato este que caracterizava como subversivas todas as ações políticas que atacassem o Estado brasileiro qualificando-o enquanto um país racista que propagandeava uma falsa democracia racial, conseqüentemente ficando os atores e atrizes dessa manifestação sujeito às violências do braço repressivo dos governos do período.

Foi em Salvador – Bahia em novembro de 1978 que as organizações negras brasileiras em Assembléia Nacional do MNUCDR, elegeram o dia 20 de novembro, data do assassinato do grande líder ZUMBI DOS PALMARES, como DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA.
Em 20 novembro do ano seguinte (1979), sob processos repressivos do regime militar na Bahia realizou-se em Salvador- Bahia a primeira MARCHA DA CONSCIÊNCIA NEGRA,também denominada MARCHA ZUMBI DOS PALMARES que neste 20 de novembro de 2009 completa 30 anos, constituindo-se na primeira marcha brasileira do movimento negro.

Esta marcha a partir de 1979 continuou sendo anualmente realizada na mesma data com explicito caráter político-contestatório do regime e denunciatório da realidade do povo negro no Brasil e em especial na Bahia sempre grifando e relembrando as lutas do povo negro na África e Diáspora.

Por muitos anos ocupou a condição de única na Bahia e no Brasil, incentivando no seu percurso o surgimento de outras marchas e caminhadas em outros Estados e particularmente na Bahia onde atualmente em Salvador nos diversos bairros realizam-se no mês de novembro 17 marchas, alem de outras em cidades do interior bahiano.

Ao longo historia de 30 anos desta marcha, alem das bandeiras políticas da população negra, este coletivo sempre composto por entidades da luta negra na Bahia de natureza diversa envolvendo perfis institucionais do universo político-cultural negro, já homenageou diversas personalidades a exemplo de Lino Almeida, Luis Orlando, Gregório Bonfim, Ana Célia, Zezé Mota, Dinha do Acarajé, Raimundo Tição, Milton Santos, João Candido, Lazaro Ramos, Lélia Gonzáles, Manuel Almeida, Mario Gusmão, heróis e heroínas da Guerra de Canudos, lideres da Revolta dos Búzios, Pajeu, Juliano Moreira, Solano Trindade, Valdina Pinto, e Revolta dos Males, etc. Diversos temas foram tratados neste percurso histórico dentre os quais podemos citar: violência policial, desemprego, mulher negra, juventude negra, guerra de canudos, revolta dos búzios, revolta dos males, negação do 13 de maio, educação, direitos humanos, cultura negra, intolerância religiosa, reparações, eleições, massacre de Shaperville, quilombos, etc. Todo este acumulo, serviu de referencia para a realização em Brasília da Marcha Nacional dos 300 Anos da Morte de Zumbi (1995), bem como, da Marcha Zumbi +10 (2005).

Este ano de 2009 voltamos as ruas para comemorar a 30ª Marcha da Consciência Negra , sob a coordenação da CONEN destacando-se os seguintes temas:

Extermínio da juventude negra
O Pré-sal e a promoção da igualdade racial.
A Musica negra e sua conexão com a luta da população negra
Qualidade de vida e terra para as comunidades quilombolas
Saúde da população negra
Ações afirmativas
Estatuto da igualdade racial

COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS
FÓRUM CONEN - BAHIA

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Negro Cosme

Prezados Companheiros e Companheiras,

O Centro de Cultura Negra do Maranhão-CCN, tem a honra de convidar sua entidade ou organização, para receber uma homenagem de honra ao mérito “NEGRO COSME”, que será entregue no dia 06 de novembro de 2009, na Sede do CCN (Rua dos Guaranis – João Paulo), às 20:00h, na abertura da XXVIII Semana da Consciência Negra, organizado pelo CCN desde novembro de 1981.

A referida homenagem é concedida pelo CCN desde maio de 2005, aos militantes dos movimentos negros e sociais, lideranças quilombolas, terreiros de religião de matriz africana, blocos afros, grupos culturais e artísticos, entidades, organizações e instituições a nível municipal, estadual e nacional, que lutam contra o Racismo, pelos direitos humanos e pela cidadania em defesa da população negra da zona urbana e rural do Maranhão e do Brasil.
Solicitamos que sua organização ou entidade confirme a presença no referido evento para receber a homenagem. Fone/Fax: (98) 3249-4938 e e-mail: http://br.mc597.mail.yahoo.com/mc/compose?to=ccnmaranhao@bol.com.br e http://br.mc597.mail.yahoo.com/mc/compose?to=ivancostaquilombo@yahoo.com.br

Observação: Informamos que receberão a homenagem 235 organizações e entidades de outros estados da federação e dos municípios Maranhenses. A Coordenação Geral do CCN irá enviar a referida homenagem, pelo correio via sedex ou encomenda registrada, por está razão solicitamos que nos envie o endereço completo de sua organização pelo e-mail. A referida homenagem será enviada às organizações durante os meses de Novembro, Dezembro/09 e Janeiro de 2010.

1979 a 2009 – CCN: 30 ANOS DE LUTAS, HISTÓRIAS E CONQUISTAS.

20 DE NOVEMBRO- DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

VALEU ZUMBI DOS PALMARES !

VALEU NEGRO COSME !

Saudações Quilombolas do Maranhão !

Ivan Costa
Pela Comissão Organizadora do Evento/CCN.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Show Afro CCN 30 anos

CONVITE

A Coordenação Estadual do VI Encontro Nacional de Pesquisadores(as) dos Movimentos Sociais e o Projeto Nova Cartografia Social da Amazônica, com o apoio do Centro de Cultura Negra do Maranhão-CCN, tem a honra de convidar vossa senhoria, para participar da Noite Cultural do Encontro, que será realizado no dia 06/novembro/09, na Sede do CCN (Rua dos Guaranis, s/nº - Bairro do João Paulo), no horário das 19h:30 mim às 23h:30 mim. Fone 3249-4930. Em anexo a programação geral do encontro.

- Evento: Show Afro: CCN 30 Anos

- Programação Cultural:

– Exposição dos Materiais Publicados pelo CCN: (no Auditório Negro Cosme);

19:30 – Ritual Afro Religioso ( Cânticos do Tambor de Mina) – Religião de Matriz Africana no Maranhão;

- Salva de Caixeira do Divino Espírito Santo;

19:45 – Recital de Poesia Afro-Brasileiro;

20:15 – Homenagens de Honra ao Mérito “Negro Cosme”,

20:30 – Grupo Abanjá: Espetáculo Bumba-Crioula;

20:50 – Apresentação da Bateria Mirim do Akomabu;

21:20 – Grupo Abanjá: Espetáculo Dança-Afro;

21:30 – Apresentação da Bateria do Akomabu, Cantores e Cantoras do Akomabu;

22:20 – Coquetel Afro Maranhense;

23:00 – Salva de Tambor de Crioula para São Benedito (Averekete).

Observação: O referido evento cultural faz parte da Programação do V Encontro Nacional de Pesquisadores(as) dos Movimentos Sociais Brasileiro e da Abertura da XXVIII Semana da Consciência Negra, organizado pelo CCN desde 1981.

20 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

VALEU ZUMBI DOS PALMARES !

AXÉ POVO NEGRO, A LUTA CONTINUA...

V Encontro Nacional de Movimentos Sociais

V ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES(AS) E MOVIMENTOS SOCIAIS

Período: 04 a 07 de novembro de 2009

SãoLuís-MAranhão-Brasil

Abertura: Dia 04/11, às 18:30h

Auditório do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UEMA

Rua da Estrela s/n, Praia Grande - Projeto Reviver

Dias 05 e 06/11 - das 8:00h às 22:00h

Auditório do SESC Olho D’Agua,

Av. São Carlos, s/n, Olho D’Agua.

Dia 07/11 – das 8:00 às 12:00

Auditório do SESC Olho D’Agua,

- Dia: 04/11/09 (quarta-feira):

Chegada dos participantes no local do Encontro, no Sesc Olho D’Agua

18:00h às 19:30h - Mesa de Abertura dos trabalhos, no auditório do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UEMA, na Rua da Estrela , s/n, Praia Grande – Projeto Reviver

Participantes: José Augusto Oliveira, Reitor da UEMA; Walter Canallis Sant‘Ana, Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação UEMA; Alfredo Wagner Berno de Almeida (UFAM/PNCSA/UEA); Maria de Jesus Bringelo (D. Dijé) coordenadora do MIQCB; Nice Machado Aires (quebradeira de coco de Penalva), Aurélio Vianna (F. Ford - Brasil); ; Zulene Muniz Barbosa (UEMA/NUPDER); Cynthia Carvalho Martins (UEMA/ASPA/GESEA)

19:30h às 20:30h - Cerimõnia de Abertura Identidades e mobilizações políticas de povos e comunidades tradicionais:eixos das lutas por direitos étnicos e territoriais no Brasil, com Alfredo Wagner Berno de Almeida (UFAM/PNCSA/UEA), Aurélio Viana, Maria de Jesus Bringelo (Movimentos das Quebradeiras de Coco Babaçu),Leonardo dos Anjos (Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara (MABE)

20:30h - Lançamentos: Livros e Fascículos: A Luta dos Quilombolas Pelo Titulo Definitivo: Oficinas de Consultas; A luta das Quebradeiras de Coco Babaçu Contra o Carvão do Coco Inteiro (Maranhão, Tocantins e Pará) Mulheres Quebradeiras na Defesa do Babaçu Contra as Carvoarias - Médio Mearim – Maranhão; Trabalhadores Extrativista da RESEX CIRIACO Cinelândia – MA; Quilombolas de Caxias; Quilombolas de Coelho Neto.

- Livro: Quilombos de Alcântara: território e conflito - Davi Pereira Junior (UEMA/SIMA/GESEA/PNCSA).

- Revista Lutas sociais 21/ 22, publicado pelo NEIL – PUCSP.

21:00h – Coquetel.

- Dia: 05/11/09 - Sesc Olho D’Agua (quinta-feira):

06:30h às 07: 30h - Café

08:00h às 9:30 - Acolhida com cantorias, benzimentos, canto força da paz

Apresentação dos participantes

09:30h às 11:300h - Mesa de abertura do encontro do PNCSA Relação de pesquisa e produção de conhecimentos sobre povos e comunidades tradicionais no Brasil. Coordenação: Alfredo Wagner Berno de Almeida (UFAM/UEA/PNSA) e Franklin Pleissmann (UFBA). Participantes: Rosa Acevedo Marins (UFPA/UNAMAZ); Ivan Rodrigues Costa (CCN), Solange Gayoso (IAGUA/PNCSA); Joseline Simone (UFPA), Terry Aquino (Acre), Juracy Marques (Bahia, José Carlos Vandrensen, Roberto Martins de Souza (Paraná), Arydimar Vasconcelos Gaioso (UEMA/GESEA), Emanuel Farias Júnior(UEA), Davi Pereira Júnior (UEMA/GESEA) e Cynthia Carvalho Martins (UEMA/GESEA).

11:30h - Intervalo

11:45h - Declamação de poemas.

12:00h - Almoço

14:00 às 15:30h - Canto dos participantes (indígenas, quebradeiras, quilombolas);

Oficina Identidades coletivas, exercícios de autocartografia e mobilizações políticas no Brasil.Divisão por grupos para debate com relatorias para cada grupo.

15:30h - Intervalo

16:00 às 18:00 –

Continuação da Oficina Identidades coletivas, exercícios de autocartografia e mobilizações políticas no Brasil (Exposição dos trabalhos de relatoria e balanço final das oficinas)

18:30h às 19:30h - Jantar

20:00h - Programação Cultural: danças, cantorias.

Show Zé Maria e a Casca de Banana, A Vida é Uma Festa (Praia Grande-Projeto Reviver)

- Dia: 06/11/09 - Sesc Olho D’Agua (sexta-feira):

06:30h às 07:30h – Café

08:00h às 10:00h - Debate Instituto Nova Cartografia Social. Apresentação do Projeto e discussão.

10:00h - Intervalo

10:15h às 11:45h

Debate Instituto Nova Cartografia Social: estrutura e composição

11:45h - Foto Oficial

12:00h - almoço

14:15h às 15:15h – Debate Instituto Nova Cartografia Social: operacionalização e perspectivas

15:15h - Intervalo

15:30h às 19:00h –

Debate Os núcleos

Diálogo de Pesquisa 01 Situação da pesquisa nos núcleos na produção dos diferentes materiais (fascículos, mapas, boletins informativos, vídeos) na perspectiva dos movimentos sociais e dos pesquisadores Coordenação: Franklin Pleissmann, Emanuel de Almeida Farias Jr., Davi Pereira Júnior .

20:00h – Noite Cultural:

Show Afro Centro de Cultura Negra CCN – 30 ANOS

Endereço: Rua dos Guaranis s/n João Paulo, atrás da feira do João Paulo.

- Dia: 07/ 11 / 09 - Sesc Olho D’Agua (sábado):

06:30h às 7:30 h - Café

8:00h às 11:30h - Encontro de Pesquisadores e Estratégias para 2010-2011.

11: 30 - Intervalo

11:45h - Prestação de Contas do Encontro

Coordenação: Dorival Santos

12:30h às 13:00 h - Almoço

13:30 - Encerramento.

Telefones do pessoal de Apoio:

Davi- 81139740

Dorival – 88892206

Valderiza – 88790253

Ivan Costa – 9158-0032 e 9988-4226

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Seminário

FORTALECENDO A POLÍTICA DE DIREITOS DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS DO BAIXO PARNAÍBA MARANHESE
O Centro de Cultura Negra do Maranhão, através do Programa Território Livre, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Chapadinha, o Bioterra, a Prefeitura Municipal de Chapadinha/Secretaria Municipal da Igualdade Racial, o Pólo Regional do Sindicado dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Baixo Parnaíba, tem a honra de convidar vossa senhoria para o Seminário FORTALECENDO A POLÍTICA DE DIREITOS DAS COMUNIADES TRADICIONAIS DO BAIXO PARNAÍBA MARANHESE, que acontecerá nos dias 05 e 06 de novembro de 2009, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Chapadinha com os seguintes temas: Reforma Agrária; Saúde e Meio Ambiente; Agricultura Familiar Representação Social.



PROGRAMAÇÃO

04.11.2009
17h00min - Chegada dos participantes
20h00min – Jantar

05.11.2009 (quinta-feira)
manhã:
08h00min às 08h50min – Credenciamento
09h00min – Abertura do Seminário
Coordenação: BIOTERRA
Integrantes: STTR-Chapadinha; CCN; BIOTERRA, Pólo Sindical; ACONERUQ; Sec. Municipal de Igualdade Racial; Câmara de Vereadores; Prefeitura Municipal de Chapadinha
09h30min – Mesa: Política Fundiária para e Comunidades Tradicionais
Coordenação: STTR de Chapadinha Integrantes: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária; Instituto de Terras do Maranhão; Ministério Público Federal
Debatedor: Luiz Antonio Câmara Pedrosa
10h30min – Lanche
11h00min – Debate
12h00min - Almoço
tarde:
14h00min – Mesa: Política Estadual de Proteção ao Meio Ambiente Comunidades Tradicionais
Coordenação: FDBP
Integrantes: Secretaria de Estado do Meio Ambiente; Secretaria de Estado da Saúde; Ministério Público Estadual
Debatedor: Profº. Dr. Marcelo Carneiro
15h30min – Lanche
16h00min – Debate
17h00min – Trabalho em grupo: Roda de discussão18h00min – encaminhamentos e encerramento
noite:
19h30min – jantar
20h00min – noite cultural

06.11.2009 (sexta-feira)
manhã:
8h00min – Socialização dos trabalhos de grupo
9h00min – Mesa: Política de Agricultura Familiar e Comunidades Tradicionais
Coordenação: STTR de Chapadinha
Integrantes: Secretaria de Estado da Agricultura; Banco do Nordeste Regional; Banco do Brasil Regional; Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Maranhão
Debatedor: Dep. Domingos Paz
10h30min – lanche
11h00min – Debate
12h00min - Almoço
tarde:
14h00min – Mesa: Representação Social
Coordenação:
Integrantes: FETAEMA; FDBP; BIOTERRA; ACONERUQ; STTR de Chapadinha
15h30min – Lanche
16h00min – Debate
17h00min – encerramento
noite:
19h00min – jantar
20h00min - noite cultural

Cultos Afro-Brasileiros

CONVITE
A Casa Fanti-Ashanti, estará realizando no período de 06 a 08 de novembro de 2009, no Sindicato dos Bancários – Localizado na Rua do Sol, nº 413 – Centro – São Luís-MA, o V Encontro Maranhense de Cultos AfroBrasileiros – EMCAB.

Por esta razão, vimos através deste convidar vossa senhoria, a participar do referido encontro. Na certeza de contarmos com a vossa participação no referido encontro, nos despedimos desejando votos de estima e elevada consideração.

Atenciosamente,

Euclides Menezes Ferreira
Presidente da Casa Fanti-Ashanti
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PROGRAMAÇÃO DO V ENCONTRO MARANHENSE DE CULTOS AFROBRASILEIROS - EMCAB.

1º Dia: 06/11/09 – (6ª Feira).

19:00 - Fala de Abertura
19:15 - Cânticos de Louvor
19:30 - Painel: Ancestralidade e Globalização: O resgate, preservação e evolução da religião de matriz africana.
Ø Profº Paulo Dumas
Ø Profª Dr.ª Lurdes Sirqueira
Ø Babalorixá Euclides Menezes
Moderadora: Ialorixá Luzimar Brandão
21:00 - Coquetel.

2° Dia: 07/11/09 – (Sábado).

08:00 - Mesa Redonda: Medicina popular X Medicina tradicional: A importância e o reconhecimento das Ervas medicinais na prevenção e tratamento de doenças.
Ø Profª Teresinha Rego
Ø Representante da SEMUS
Ø Pai Mariano Frazão
Moderador: Fabio França Silva
09:30 - Debate
10:30 - Intervalo
10:40 - Painel: Projetos Sociais e Ações de Saúde realizadas nos Terreiros
Ø Ilê Axé D´Oxumaré
Ø Casa Fanti-Ashanti
Ø Rede de Religiões Afro-Brasileira e Saúde
Ø Ilê Axé Alagbedé Aludumaré
Moderadora: Lúcia Regina de Azevedo Pacheco
11:40 - Debate
12:30 - Intervalo
13:30 - Oficinas:
Ø Ervas Medicinais
Ø Gênero e Sexualidade nos Terreiros
Ø Elaboração de Projetos
Ø Documentação jurídica necessária para os terreiros
15:50 - Intervalo
14:00 - Grupo de Trabalho:
Ø Educação e Cultura
Ø Saúde
Ø Meio Ambiente
Ø Juventude e Geração de Renda
18:00 - Socialização dos resultados dos trabalhos em grupo.
19:00 - Encerramento: (Atração Cultural: Bloco Afro Akomabu e Grupo Officina Afro).
3° Dia: 08/11/09 – (Domingo).

08:00 - Painel: Intolerância Religiosa: Desafios e Avanços para garantia do direito da liberdade religiosa.
Ø OAB
Ø OAB/MA
Ø Ministério Público
Ø Secretaria de Estado da Segurança Pública
Ø Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania
Moderadora: Nita Aquino.

10:00 - Debate
10:50 - Intervalo
11:00 - Painel: Os terreiros como espaço para pesquisa cientifica – Principais Avanços e Contribuições
Ø Dr. Álvaro Pires
Ø Profª Dr.ª Lurdes Sirqueira
Ø Babalorixá Euclides Menezes Ferreira
Moderador: Bruno Gueiros.

12:00 - Debate
12:30 - Intervalo
14:00 - Painel: Poder Público: Projetos de Incentivo e Valorização da Cultura e Religiosidade dos Afro-Descendentes
Ø Ministério da Cultura
Ø Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Ø Secretaria de Estado da Saúde
Ø Secretaria de Estado da Educação
Ø Secretaria de Estado da Cultura
Ø Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária
Ø Secretaria de Estado Extraordinária da Igualdade Racial
Ø Fundação Municipal de Cultura
Ø Secretaria Municipal de Educação
Ø Secretaria Municipal de Meio Ambiente
Ø Secretaria Municipal de Saúde / Programa de DST/AIDS
Moderadora: Maria do Socorro Guterres.

16:00 - Entrega do documento de reivindicação do V EMCAB, aos representantes do Poder Público.
16:20 - Definição do Terreiro responsável pela realização do VI EMCAB.
17:00 - Cânticos de Louvor
17:20 - Atração Cultural: Tambor de Crioula de Taboca da Casa Fanti-Ashanti.
18:00 - Coquetel de Encerramento.

Dic@nquista

(Magno Cruz)

Era uma dessas gigantes
De estrutura pequena
às vezes dura
às vezes serena
guiada pelo contraditório do seu coração
movia-se entre o amor e a indignação
Mulher valente, trabalhadeira
pobre, favelada, negra
eternamente grávida dos sonhos
de uma sociedade igualitária e justa
determinou como sua missão
participar de várias lutas coletivas
pelo direito a ter direitos que garantissem o bem maior: a vida!
Fez brotar de suas entranhas
três meninas e três menino
se como a mãe-leoa ou a mãe-passarinho
buscou dar-lhes segurança, amor, carinho
tirando de si a última gota de suor
para fazê-los felizes
Mãe, companheira, irmã, amiga,
deixa-nos como legado
uma imensa lição de vida a ecoar pelas ondas comunitárias:
- Quem luta, conquista!
Valeu, companheira!
Valeu, guerreira Dica!

Comunidasdes Quilombolas

MA - Quilombos aguardam título da terra no Maranhão:

Comunidades quilombolas do Maranhão aguardam uma decisão da Justiça que garanta o título da terra. A expectativa é que o documento saia nos próximos meses.
Era à sombra da arvore que acontecia a mobilização pelo fim da escravidão nas terras da fazenda Santa Cruz(Buriti), uma das que mais utilizaram mão-de-obra escrava no período colonial. A fazenda foi desapropriada pelo Governo Federal e reconhecida como terras quilombolas. Com a liberdade, conquistaram também escola, casa de farinha, energia elétrica, água encanada e dignidade dentro de casa. O acesso ao crédito permitiu que muitas famílias se tornassem donas de uma pequena criação de caprinos. Foi possível aumentar as lavouras de arroz, sem perder uma tradição centenária: o plantio de várzea. “Era assim que meus avós faziam e, hoje, os netos, bisnetos, tataranetos e assim por diante. A família toda foi pegando o ritmo e continuando”, conta o agricultor Francisco da Silva Almeida.A tradição se mantém, mas a maior das conquistas ainda não veio.
O título da terra é como se fosse uma alforria para os descendentes de escravos e o fim de uma espera de mais de cem anos. “O título é importante porque é um documento que comprova que a área realmente é quilombola”, diz Francisco José Soares, presidente da Associação do Quilombo Árvores Verdes(Brejo). O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ainda aguarda uma sentença da Justiça Federal transferindo para o estado o domínio da área. Só então os herdeiros do quilombo vão se tornar donos da terra. “Essa área já está dentro de projetos de assentamento. São quatro áreas nessa situação: Árvores Verdes(Brejo), Ipiranga da Carmina(Itapecuru-Mirim), Jamary dos Pretos(Turiaçu) e Mata de São Benedito(Itapecuru-Mirim). Esses processos estão em fase bem avançada, portanto só falta esse procedimento judicial para que se concretize a consolidação”, diz Benedito Terceiro, superintendente do INCRA/Maranhão.
Além do território de Árvores Verdes, outras dez comunidades quilombolas de cinco estados devem receber o título da terra ainda este ano, segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Fonte: Globo Rural e Informativo do Koinonia - Rio de Janeiro, em 14/10/2009

Novembro Consciência Negra

COMPANHEIROS COMPANHEIRAS DOS FORUNS CONEN ESTADUAIS
NOVEMBRO CONSCIÊNCIA NEGRA CONEN

SUGIRO QUE URGENTEMENTE OS FORUNS ESTADUAIS RESERVEM PAUTAS NOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO ( TV,RÁDIOS,JORNAIS) NOS SEUS ESTADOS OBJETIVANDO MATÉRIAS E/OU ENTREVISTAS PARA O 20 DE NOVEMBRO A FIM DE QUE POSSAMOS GARANTIR VISIBILIDADE DE PONTA PARA A CONEN. AS ABORDAGENS TEMÁTICAS DEVEM SER NÃO APENAS A CERCA DE ZUMBI MAS TAMBÉM SOBRE OS TEMAS SOCIAIS ATUAIS EM DEBATE NA SOCIEDADE CONTEXTUALIZANDO-OS COM A REALIDADE NEGRA. NOS ESTADOS DO RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO DEVERA HAVER UM ESFORÇO MAIOR PARA TENTAR MATERIAS E ENTREVISTAS DE VEICULAÇÃO NACIONAL.

PRECISAMOS ACELERAR A CONEN PARA QUE ENTREMOS 2010 COM A FORÇA TOTAL DE UMA CONEN FORTE COM QUALIDADE E QUANTIDADE NO PLANO NACIONAL E INTERNACIONAL, TEMOS QUE TER EM MENTE QUE 2010 SERÁ ELEITORAL.

Todos estados brasileiros participando do 20 de Novembro, em Salvador-Bahia.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Bloco Afro Akomabu


Tema: "África, Um Legado de Riqueza e Sabedoria"

Início dos Ensaios do Bloco Afro Akomabu

- Aos domingos a partir das 15:00 às 22:00 hs;

Programação:

15:00 hs - Som Mecânico, músicas variadas.

17:00 hs - Bateria Akomabu Nota 1.000

Sua presença é importante.
Um forte axé!

Comissão Akomabu

Feira de Agricultura


(Clique na imagem para ampliar)

Justiça

A JUSTIÇA MATA OUTRA VEZ GERÔ
(*) Magno Cruz

Ainda tenho o recorte de um Jornal de 21 de abril/2007com a foto da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Deputados Federal, a qual no dia anterior realizara uma Audiência Pública na Assembléia Legislativa maranhense, com o intuito de investigar alguns crimes no nosso estado de repercussão política a nível nacional, incluindo assassinatos de prefeitos e do poeta Gerô. Nesta foto a Deputada Federal Janete Rocha Pietá (PT-SP), estampa estarrecimento, no rosto e no gesto da mão colocada na boca como a conter um grito de horror, ao olhar o Laudo do Exame Cadavérico do referido compositor popular.

Meses depois; eu teria acesso a aquele Laudo, durante uma visita que nós – familiares e amigos de Gerô – fizemos ao Juiz José Luis Oliveira de Almeida, da 7ª Vara Criminal. O impacto que sofri foi tão grande que não passei da quinta página do volumoso processo. Ali estava com toda crueza o produto da maldade e barbárie humana: órgãos perfurados, dilacerados; ossos fraturados, quebrados; um corpo literalmente massacrado! Impressionante! Terrível! Senti minhas mãos gelarem, e exclamei: Meu Deus!!!

Faço essa sintética rememoração para que não esqueçamos nunca que a morte de Gerô foi um crime hediondo precedido de torturas com requintes de sadismo e crueldade inimagináveis. E não rememoro para suscitar sentimentos de vingança, de rancor, de ódio. Mas, sim, com o objetivo de reivindicar intransigentemente que se faça JUSTIÇA – e que não tarde, não falhe e nem seja pela metade.

Por isso, cabem algumas perguntas, evidentemente incômodas, aos operadores da Justiça deste estado que direta ou indiretamente lidaram com o “Caso Gerô”:
1. Por que o Capitão Nildson Lenine Rabelo Pontes e o Tenente Carlos Alessandro Rodrigues Assis foram inocentados? O Capitão, todos sabemos, todos ouvimos, foi o que articulou “via rádio” a simulação de uma morte natural, quiçá do suicídio de Gerô; e o Tenente assistiu “passivamente” a prisão, espancamento e gritos lancinantes de Gerô – que ecoaram pelo Terminal da Integração da Praia Grande. Só não ouviu quem não quis ouvir.
2. Por que as penas individuais dos policiais que executaram Gerô – Soldados Paulo Roberto Almeida Paiva e José Expedito Ribeiro de Farias, e o Sargento Sérgio Henrique Mendes – ficaram somente em 9 anos e 4 meses de cadeia? Extremamente brandas para a magnitude do crime. Basta ouvir o clamor das ruas.
3. Por que, agora, dia 5 de outubro/2009, a pena do ex-sargento Mendes foi reduzida para 1 ano e 2 meses? Quando o mesmo não foi um mero “caroneiro omisso”, mas, participou ativamente, sim, do massacre; foi o Mendes o que mais espancou Gerô no porta-malas do carro policial em frente à Delegacia de Costumes, assistido por inúmeras testemunhas, inclusive por um Flanelinha que teria sido ameaçado de morte pelo referido ex-sargento. Estranhamente, só não sabem disso os desembargadores Lourival Serejo e José de Ribamar Fróz Sobrinho.
4. Enfim, até que ponto se pode confiar numa Justiça que protege os criminosos fardados que executaram barbaramente o poeta Gerô e os que tiveram autoridade e oportunidade para evitar que o crime se consumasse e não o fizeram?

Pelo andar da carruagem, daqui a alguns dias teremos a patética notícia que os dois ex-soldados assassinos, ainda presos (será!?), Paulo e Expedito, são “inocentes”. E, assim, os operadores da Justiça não apenas se tornarão co-responsáveis e cúmplices pelos assassinatos de tantos outros Gerôs, como os executores do segundo massacre à memória do Poeta, tão hediondo e perverso quanto foi a primeira versão. Pois, essa irresponsabilidade ou conivência acaba por reforçar a tramóia maquiavélica e racista urdida pelo Capitão Lenine e sua comandita – a de que o cidadão negro Jeremias Pereira da Silva (o Gerô) era um ladrão ou um louco e se suicidara na cela do Terminal da Integração.

Mas a voz de GERÔ não se cala a exigir JUSTIÇA!

E, essa voz ecoará nas consciências dos que ainda as possuem...
____________________________________________
(*) Magno Cruz, militante do Movimento Negro e do Movimento de Direitos Humanos

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A Festa dos Erês


Segundo o artigo 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente considera “dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos (...) ao esporte, ao lazer (...) e à convivência familiar e comunitária. Em conformidade a isso. A Festa dos Erês busca proporcionar as crianças do CCN/MA e as crianças das comunidades circunvizinhas do entorno da sede um espaço de descontração e lazer, que possibilite fortalecer vínculos positivos entre as crianças e sua comunidade.

Neste sentido, o Centro de Cultura Negra do Maranhão- CCN /MA, em comemoração ao dia da Criança ( Erês), promoverá a Festa dos Erês, que acontecerá neste domingo (11/10), das 14h às 18h, na sede do CCN/MA.

Dentre as atividades oferecidas estão: corrida do saco, pintura, dança das cadeiras, pescaria, dança do limão, corrida do balão, quebra-cabeça e muitas outras.

Certos de sua compreensão e participação, desde já agradecemos.

Respeitosamente,

Comissão organizadora do evento

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Seminário e Parada LGBT

(Clique na imagem para ampliar)

PROGRAMAÇÃO DA V PARADA DO ORGULHO DE ITAPECURU-MIRIM/MA.

09/10/2009 – II SEMINÁRIO LGBT DE ITAPECUTU-MIRIM/MA.
TEMA: RESPEITO A DIVERSIDADE
LOCAL: AUDITÓRIO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
END.: AV. GOMES DE SOUSA, PONTO DE REFERÊNCIA; PRÓX. AO MERCADO CENTRAL

10/09/2009 - FESTA DE LANÇAMENTO DA PARADA DO ORGULHO E MISS GAY DE ITAPECURU-MIRIM
LOCAL: GRÊMIO CULTURAL (CENTRO)
HORÁRIO: 21h00

11/10/2009 – V PARADA ORGULHO LGBT DE ITAPECURU-MIRIM/MA.
CONCENTRAÇÃO: A PARTIR DA 15h.
LOCAL: AV. ANTONIO OLIVIO RODRIGUES (EM FRENTE A HONDA)

II SEMINÁRIO LGBT

TEMA: RESPEITO À DIVERSIDADE SEXUAL

08h30minh – SOLENIDADE DE ABERTURA (CERIMONIAL DA PREFEITURA)
- PREFEITO DE ITAPECURU-MIRIM/MA.
- SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
- SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
- SECRETARIA MUNICIPAL DE AÇÃO SOCIAL
- CENTRO DE CULTURA NEGRA DO MARANHÃO
- SECRETARIA DE ESTADO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA.
- FÓRUM DE ONGS LGBT.

09h00minh – BREVE HISTÓRICO DO MOVIMENTO LGBT BRASILEIRO
FACILITADOR: AIRTON FERREIRA - GRUPO GAYVOTA
COORDENADOR DA MESA: WAGNO COSTA (GRUPO BEIJA FLOR)

10h00minh – MESA DE DIÁLOGOS: A SAÚDE DA POPULAÇÃO LGBT DE ITAPECURU-MIRIM/MA.
- SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
- PROGRAMA DST/AIDS DO MUNICÍPIO
- SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
- COORDENADOR DA MESA: NEILSON OLIVEIRA

11h00minh – CONVERSANDO SOBRE HOMOFOBIA
- O QUE É HOMOFOBIA?
- TIPO DE HOMOFOBIA
- ENFRENTAMENTO E COMBATE À HOMOFOBIA
- FACILITADORES: AIRTON FERREIRA – GRUPO GAYVOTA
GUILHON FILHO – GRUPO GAYVOTA
- COORDENADORA DA MESA: MARIA IVONETE MELO

12h30minh – ALMOÇO

TARDE

14h00minh – PAINEL DA DIVERSIDADE:
- SUPERANDO AS DESIGUALDADES: PELO MUNDO SEM RACISMO, MACHISMO E HOMOFOBIA.
- CENTRO DE CULTURA NEGRA DO MARANHÃO
- GRUPO LEMA
- FÓRUM LGBT
- MOVIMENTO DE MULHERES
- COORDENAÇÃO MUNICIPAL DE QUILOMBOS
- COORDENADORA: BABALOU ROSA (GRUPO SOLIDÁRIO LILÁS)

15h30minh – INTERVALO – COFFE BREAK

15h45minh – CONTEXTO HISTÓRICO SOBRE A PARADA LGBT NO BRASIL
- SUA ORIGEM
- SUA IMPORTÂNCIA COMO INSTRUMENTO POLÍTICO DO MOVIMENTO LGBT.
- ORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO E VISIBILIDADE PARA POPULAÇÃO LGBT.
- FACILITADOR: GUILHON FILHO

16h30min – OFICINAS
- OFICINA DE PREVENÇÃO EM DST/AIDS
- ORIENTAÇÃO SEXUAL
- SEXUALIDADE
- GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

17h30min – ENCERRAMENTO
- CONSIDERAÇÕES FINAIS
- AGRADECIMENTOS

PROVIDÊNCIAS PARA PROGRAMAÇÃO GERAL DA PARADA LGBT

FESTA DE LANÇAMENTO:
- LOCAL DA FESTA
- FLYER DE DIVULGAÇÃO / RÁDIO COMUNITÁRIA
- DECORAÇÃO, BALÕES DA COR DO ARCO-ÍRIS, MESA BRANCA COM TOALHAS
- ATRAÇÃO: SHOW DE DRAG QUEEN, GOGO BOYS, BANDA LOCAL E/OU SOM MECÂNICO.
- CERVEJA, ÁGUA, REFRIGERANTE.
- CONVITE PARA AS AUTORIDADES, PREFEITOS, SECRETÁRIOS, VEREADORES, COMERCIANTES, DIRETORES DE ESCOLAS...

PARA O SEMINÁRIO

BLOCO DE ANOTAÇÕES
CANETA
FAIXA DE FUNDO DE PALCO
CARTAZES DA PARADA E/OU SEMINÁRIO
200 PASTAS PADRONIZADAS
ALIMENTAÇÃO PARA 200 PESSOAS
ORNAMENTAÇÃO
BALÕES NA COR DO ARCO-ÍRIS (60 PACOTES)
ÁGUA MINERAL
CONFIRMAR LOCAL DO SEMINÁRIO

PARADA DO ORGULHO

- TRIO
- SÃO LUIS / 02
- MATERIAL PARA O TRIO PRINCIPAL, 100 PACOTES DE BALÕES, FAIXA, SOM COM MICROFONE, DJ.

PALCO

ATRAÇÕES: SHOW DE DRAG QUEEN, GOGO BOYS, BANDA LOCAL E/OU SOM MECÂNICO.
ÁGUA MINERAL PARA AS AUTORIDADES
SEGURANÇA NAS PORTAS DOS TRIOS, PARA CONTROLE DE ENTRADA E SAÍDA DE PESSOAS
DISCURSSÃO PARA PATROCÍNIO DA PREFEITURA

Jornada de Sociologia

VI JORNADA MARANHENSE DE SOCIOLOGIA
II SEMINÁRIO: DESENVOLVIMENTO, MODERNIDADE E MEIO AMBIENTE

TEMA: IMPACTOS CONTEMPORÂNEOS DOS GRANDES PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA
06 a 09/10/2009
Local: Centro de Ciências Humanas/Universidade Federal do Maranhão
Promotores: Sociedade Brasileira de Sociologia
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - UFMA
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente - UFMA
Departamento de Ciências Sociais – UEMA
Sindicato dos Sociólogos do Maranhão
Centro Acadêmico de Ciências Sociais – UFMA
Centro Acadêmico de Ciências Sociais – UEMA
PROCAD/PPGCS-UFMA/PPGSA-UFRJ

APRESENTAÇÃO
A VI Jornada Maranhense de Sociologia e o II Seminário: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente estão previstos para serem realizados entre os dias 06 e 09/10/2009, no Centro de Ciências Humanas da UFMA, em São Luís - MA, em promoção conjunta da Sociedade Brasileira de Sociologia, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFMA, do Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA), do Departamento de Ciências Sociais da UEMA, do Sindicado dos Sociólogos do Maranhão, do Centro Acadêmico de Ciências Sociais da UFMA, do Centro Acadêmico de Ciências Sociais da UEMA e do Convênio PROCAD-CAPES/PPGCS-UFMA/PPGSA-UFRJ (que, financiado pela CAPES, envolve os Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFMA e de Antropologia e Sociologia da UFRJ).
O evento será composto por: exposição de Painéis (apresentando trabalhos resultantes de pesquisa de alunos de graduação e pós-graduação, de pesquisadores e de professores); realização de Grupos de Debates (envolvendo alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores, lideranças de movimentos sociais, membros de órgãos estatais); realização de Mesas Redondas (compostas por estudiosos, lideranças de movimentos sociais e de membros de órgãos estatais que atuem no Estado do Maranhão, na Amazônia Brasileira e no Brasil como um todo); e Conferências (proferidas por autoridades acadêmicas de renome nacional). As sessões de exposição de painéis e grupos de debate ocorrerão em três manhãs, nos Auditórios e em salas de multi-meios do Centro de Ciências Humanas da UFMA, sempre das 8h30 às 12h. As mesas redondas e conferências serão realizadas no Auditório A do CCH, nos horários de 14h30 às 18h30. Após as 18h30, serão realizadas atividades artístico-culturais e festivas que permitirão, através da arte, apresentar novos enfoques relativos aos debates realizados.

OBJETIVOS
A VI Jornada Maranhense de Sociologia e o II Seminário: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente têm como principal objetivo criar um espaço público de discussão de pesquisas e temas relacionados aos impactos contemporâneos dos grandes projetos de desenvolvimento na Amazônia brasileira desde o final da década de 1960, nas suas mais distintas dimensões: política, social, cultural, ambiental, étnico/racial, religiosa.

JUSTIFICATIVA
A Amazônia e o Maranhão, desde a década de 1960, têm sido alvos de políticas desenvolvimentistas promovidas pelos governos federal e estaduais, contando com a participação ativa de grandes grupos econômicos privados e com o financiamento de agências multilaterais de desenvolvimento, levando à implantação de grandes projetos industriais, de extração mineral, pesqueiros, turísticos, agro-pecuários e à expansão do desmatamento de áreas florestais e manguezais. São múltiplos os impactos (políticos, sociais, culturais, ambientais, religiosos e étnico/raciais) destas políticas e a presença de conflitos sócio-ambientais, associados ao domínio e uso de territórios e de seus recursos naturais apresenta-se como um processo cada vez mais recorrente, despertando a necessidade de tomá-los como objeto de estudo.
Em toda a Amazônia e no Brasil, pesquisas estão sendo realizadas buscando compreender melhor esta realidade. Desta forma, o evento assume a responsabilidade de ampliar as possibilidades de divulgação da pesquisa e do debate público dessas questões, de forma a contribuir para sua discussão e para a construção de caminhos para seu enfrentamento.

PÚBLICO ALVO
A VI Jornada Maranhense de Sociologia e II Seminário: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente têm como público principal: pesquisadores, professores, técnicos, militantes, alunos vinculados a cursos de graduação, programas de pós-graduação, institutos de pesquisa, movimentos sociais, organizações não-governamentais, empresas públicas e privadas, órgãos estatais, que realizem estudos, pesquisas ou ações voltados para a temática dos impactos de grandes projetos de desenvolvimento. Buscará, portanto, ser um espaço transdisciplinar e que, além disso, contemple múltiplos saberes.

CALENDÁRIO
Até 09/07/2009 - Inscrição de Grupos de Debates (encerrado)
1º/09 a 19/09 – Inscrição para apresentação de painéis
1º/09 a 06/10 – Inscrição de participantes.
14 a 18/09 – Inscrição de monitores
06/10 - Credenciamento
06/10 a 09/10 – Realização do evento

TAXA DE INSCRIÇÃO
Será cobrada uma taxa de R$ 10,00 para alunos e R$ 15,00 para professores e demais participantes. Ficarão isentos da taxa: conferencistas; expositores em mesas redondas; expositores e coordenadores de Grupos de Debates; componentes da Comissão Organizadora e das Comissões de Trabalho; monitores.
A inscrição deverá ser feita mediante apresentação de comprovante de depósito da taxa de inscrição no:
Banco do Brasil (Banco nº 001)
Agência: 2954-8
Conta Corrente: 28000-3

PROGRAMAÇÃO
06/10/2009 – terça-feira
09h às 16h – Credenciamento
16h30 – Sessão de Abertura
17h30 – Conferência: Impactos Contemporâneos dos Grandes Projetos de Desenvolvimento na Amazônia Brasileira
Conferencista: Edna Castro (UFPA)
Coordenador: Elio de Jesus Pantoja Alves
19h – Lançamento de Livros

07/10/2009 – quarta-feira
8h30 – 11h – Grupos de Debates e exposição de painéis
GD 1: Modernidade, Desenvolvimento e Conseqüências Sócio-Ambientais: a implantação do pólo siderúrgico na ilha do Maranhão (apresentação do livro)
Coordenador: Elio de Jesus Pantoja Alves (UFMA)
Expositores: Os autores de artigos publicados no livro
GD 2: Fascículos do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia: o caso do Ilê
Coordenador: Aniceto Cantanhede Filho (UEMA)
Expositores: Cynthia Carvalho Martins (UEMA); Gyordanna Patrícia Pereira Silva (UEMA); Luciana Railza Cunha Alves (UFMA/Ilê Axé Alagbedê Olodumare)
GD 3: Migração e Trabalho: Configurações na Contemporaneidade.
Coordenador: Karla Suzy Andrade Pitombeira (UFMA)
Expositores: Andréa Joana Sodré de Sousa (UFMA); Karlene Carvalho Marinho (UFMA); Vinícius Soares (UFMA)
GD 4: Movimentos Sociais, Conflitos e Lutas Anti-Sistêmicas na América Latina
Coordenador: Joana Aparecida Coutinho (UFMA)
Expositores: Zulene Muniz Barbosa (UEMA); Desni Lopes Almeida (UEMA); Alderico Segundo Almeida (UEMA)

GD 5: Território quilombola de Alcântara e patrimônio imaterial– saberes, festas, danças e rituais, lugares, ofícios e modos de fazer.
Coordenador: Maristela de Paula Andrade (UFMA)
Expositores: Benedito Souza Filho (UFMA); Leonardo Coelho(UFMA); Benedita de Cássia Ferreira Costa(UFMA); Adriana Tobias(UFMA); Fátima Diniz(Biblioteca Municipal de Alcântara); Suely Dias Cardoso (COOSPAT)

11h – 12h – Exposição de painéis, com apresentação dos autores
14h30 – 17h30 – Mesa-redonda: Impactos econômicos e transformações nas relações de trabalho.
Participantes:
Prof. Dr. Ricardo Rezende Figueira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Prof. Dr. Marcelo Sampaio Carneiro (UFMA)
Francisco Martins de Sousa - Tico (Presidente do STTR de Açailândia)
Dr. Marcos Antonio Souza Rosa (Procurador Estadual do Trabalho)
Coordenador: Prof. Francisco José Araújo (UEMA/Sindicato dos Sociólogos-MA)
18h – Atividade Cultural (a ser definida)

08/10/2009 – quinta-feira
8h30 – 11h – Grupos de Debates e exposição de painéis
GD 6: Grandes projetos de desenvolvimento na Amazônia brasileira e impactos no direito
Coordenador: Bruno Henrique Costa Rabelo (UNDB)
Expositores: José Guilherme Carvalho Zagallo (Reage São Luís); Luís Fernando Barreto (Promotor de Justiça – MPE/MA); Thaís Emília de Sousa Viegas (UNDB); Melissa Ely Melo (UNDB)
GD 7: Lutas Sociais e Territorialidades Negras no Brasil: práticas de sobrevivências na modernidade capitalista
Coordenador: Josenildo de Jesus Pereira (UFMA)
Expositores: Cynthia Carvalho Martins (UEMA); David Pereira Junior (UEMA); Uslan Mesquita Junior (UEMA)
GD 8: Religião e Cultura Popular.
Coordenador: Sergio Figueiredo Ferretti (UFMA)
Expositores: Reinaldo Freitas Soares Junior (UFMA); Ariane Corrêa Carvalho (UFMA); Elisene Castro Matos (UFMA); Valdir Marinho de Souza (UFMA)
GD 9: Implicações dos grandes empreendimentos nas cidades da região amazônica
Coordenador: Rosirene Martins Lima (UEMA)
Expositores: Joaquim Shiraishi Neto (PPGDA-UEA); Prof. Frederico Brunet (UEMA)
GD 10: Estratégias para Conservação da Sócio-Biodiversidade: estudo de caso das populações tradicionais no Maranhão
Coordenador: Claudio Urbano Bittencourt Pinheiro (UFMA)
Expositores: Walter Luis Yauri Muedas (UFMA); Jairo Fernando Pereira Linhares (UFMA); Laura Rosa Oliveira (Universidade de Córdoba – Espanha); Miquéias de Oliveira Souza (UFMA)

11h – 12h – Exposição de painéis, com apresentação dos autores
14h30 – 17h30 – Mesa-redonda: Políticas de desenvolvimento, movimentos sociais e conflitos sócio-ambientais.
Participantes:
Prof. Dr. Henri Acselrad (UFRJ)
Profa. Dra. Maristela de Paula Andrade (UFMA)
Dr. Alexandre Silva Soares (Ministério Público Federal - MA) Alberto Catanhede – Beto do Taim, do Movimento Nacional de Pescadores (MONAPE) e do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA)
Coordenador: Profa. Dra. Zulene Muniz Barbosa (UEMA)
18h – Atividade Cultural (a ser definida)

09/10/2009 – sexta-feira
8h30 – 11h – Grupos de Debates e exposição de painéis
GD 11: O Global e Regional: as contradições entre os grandes empreendimentos econômicos- industriais e as desigualdades sociais no Maranhão
Coordenador: Zulene Muniz Barbosa (UEMA)
Expositores: Célia Maria da Mota (UFMA); Zaira Sabry (MST); Talia Gabrilelle dos Santos (UEMA)
GD 12: Cartografia Social da Amazônia: territorialidade e conflito
Coordenador: Cynthia Carvalho Martins (UEMA/GESEA); Arydimar Vasconcelos Gaioso (UEMA/GESEA)
Expositores: Davi Pereira Júnior (UEMA); Dorival dos Santos (UEMA); Valderiza Barros (UEMA)
GD 13: Povos Indígenas e Estratégias Desenvolvimentistas
Coordenador: Elizabeth Maria Beserra Coelho (UFMA)
Expositores: Ana Caroline Amorim Oliveira (UFPE); Mônica Ribeiro Moraes de Almeida (UFMA); Rodolpho Rodrigues de Sá (UFRN); Francisco Ernesto Basílio Gomes (Faculdade de Educação São Francisco – Pedreiras/MA)
GD 14: Impactos de grandes projetos de desenvolvimento na Zona Rural de São Luís - MA
Coordenador: Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior (UFMA)
Expositores: Elio de Jesus Pantoja Alves (UFMA); Maria Máxima Pires (Associação de Moradores do Rio dos Cachorros); Sislene Costa da Silva (GEDMMA); Maiâna Roque da Silva Maia (UFMA)
GD 15: Trabalho de Campo: pesquisas e vivências
Coordenador: Francisco José Araujo (UEMA/Sindicato dos Sociógolos-MA)
Expositores: Fernanda Trindade (UEMA); Fernanda Mendes (UEMA); Cyble Araujo (UEMA); Ana Nery (UEMA)

11h – 12h – Exposição de painéis, com apresentação dos autores
14h30 – 17h – Mesa-redonda: Questões étnico-culturais e territorialidades na Amazônia.
Participantes:
Prof. Sergio Figueiredo Ferretti (UFMA)
Profa. Elizabeth Maria Bezerra Coelho (UFMA)
Profa. Cinthya Carvalho Martins (UEMA)
Coordenador: Madian de Jesus Frazão Pereira (UFMA)
17h30 – 18h30 – Conferência: Conhecimentos Tradicionais – perspectivas de pesquisas comparadas nas Ciências Sociais
Conferencista: Alfredo Wagner Berno de Almeida
Coordenador: Rafael Bezerra Gaspar (UFMA)
19h – Festa de encerramento

Caminhada Nacional

(Clique na imagem para ampliar)

Melhores informações sobre a Caminhada, através do Site do CEN-Brasil:

http://www.cenbrasil.blogspot.com.br/
- Coletivo de Entidades Negras-CEN – Brasil

- CEN-Bacabal/Maranhão (Sra. Cristina Miranda)
cristina-cesb@yahoo.com.br

terça-feira, 29 de setembro de 2009

CONVITE

CONVITE
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O Centro de Cultura Negra do Maranhão, através do Programa Território Livre, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Chapadinha, o Bioterra, a Prefeitura Municipal de Chapadinha/Secretaria Municipal da Igualdade Racial, o Pólo Regional do Sindicado dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Baixo Parnaíba, tem a honra de convidar vossa senhoria para o Seminário FORTALECENDO A POLÍTICA DE DIREITOS DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS DO BAIXO PARNAÍBA MARANHENSE, que acontecerá nos dias 05 e 06 de Novembro de 2009, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Chapadinha com os seguintes temas: Reforma Agrária; Saúde e Meio Ambiente; Agricultura Familiar Representação Social. Aproveitamos para informar que a hospedagem (trazer rede ou colchonete) e alimentação acontecerão no local do evento. Sua comunidade/entidade está sendo convidada a participar com 2 representantes (01 homem e 01 mulher). Esperamos levar nossas reivindicações as autoridades competentes e que essas políticas sejam implementadas para a garantia de direitos. Em breve seguirá programação detalhada.
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Atenciosamente
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Centro de Cultura Negra do Maranhão (Maurício (98) 32494938/99921547)
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Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Chapadinha (Vanda (98) 34711343/91432574)
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Bioterra (Antonia/(98) 88744357)
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Pólo Regional do STTR em Chapadinha (Lúcia (98)34711317/88420155)
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Prefeitura Municipal de Chapadinha/Secretaria Municipal da Igualdade Racial (Francisco (98) 34711034).
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Comissão Organizadora

Festival do Teatro Brasileiro


(Clique na imagem para ampliar)
Divulgação do Festival do Teatro Brasileiro de 22 de Setembro a 12 de Outubro de 2009. Confira a programação completa das peças e oficinas no site: http://www.selmasantos.com.br/
Destaques para os espetáculos:
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Áfricas - 15h (01 e 02/10)
local: Teatro Arthur Azevedo
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Cabaré da Raça - 20:30h (01 e 02/10)
local: Teatro Arthur Azevedo

Projeto Quilombo Resistência Negra - PQRN

Surgiu em 1995 da necessidade do Centro de Cultura Negra do Maranhão, ampliar seu raio de atuação de forma mais sistemática junto às comunidades negras rurais, no sentido de desenvolver ações de caráter educativo, político-cultural que contribuísse para o fortalecimento da identidade racial dessas áreas.

Assim, no período de 1996 a 2000, desenvolvemos ações em nove comunidades negras rurais, localizadas nos municípios de Itapecuru (Oiteiro dos Pretos, Santa Rosa, Filipa, Morros, Santa Joana e Santa Maria des Pinheiros) e Alcântara (Cajueiro, Sóassim e ltamatatiua), onde crianças, adolescentes, jovens, mulheres, lideranças e professores(as) sempre foram os protagonistas desse trabalho, que apontaram resultados bastante significativos. As ações educativas buscaram ainda trabalhar metodologias didático-pedagógicas que incluísse a discussão da diversidade étnico cultural na escola.

Hoje, o PQRN, continua desenvolvendo ações que tem contribuído com o processo de formação da identidade racial e o fortalecimento da auto-estima de crianças, adolescentes, jovens e mulheres no estabelecimento de uma pedagogia plurirracial que entende o processo educativo de forma participativa e coletiva onde venha fortalecer a organização das comunidades negras rurais quilombolas.

Portanto, as ações formativas para o exercício da cidadania, tem sido realizadas na perspectiva de ampliar o universo informacional do público alvo e sua capacidade de análise e entendimento da estrutura social, que produz formas de racismo e discriminações contra a população afro-descendente deste Pais.

Área de atuaçãoMunicípio de Icatu:
- Comunidade de Quilombo de Jacarei dos Pretos

Eixos dos objetivos
Crianças:
- Reconhecer a ludicidade como componente fundamental no processo de desenvolvimento do mundo das crianças;
- Entender a criança como ser em desenvolvimento com direito de ser respeitada e valorizada em suas características;
- Trabalhar a educação reconhecendo a importância do sentimento de pertencimento para a construção da identidade e autoestima positiva das crianças.

Adolescentes e Jovens:
- Ampliar o processo de formação e capacitação de adolescentes e jovens na reflexão sobre questões sociais que fortaleçam o exercício da cidadania, aonde venha perceber e denunciar as violações dos direitos humanos;
- Adolescentes e jovens participando ativamente da vida política, social e cultural da comunidade; - Promover a participação de adolescentes e jovens em eventos que fortaleçam o protagonismo juvenil;
- Estimular a criação de grupos de jovens e/ou outras formas organizativas e reivindicatórias.

Mulheres:
- Realizar oficinas de gênero e Etnia para sensibilizar mulheres e homens para mudanças qualitativas nas relações e no cotidiano da vida e do trabalho;
- Promover a participação das mulheres em eventos organizativos estadual e nacional;
- Fortalecer a organização das mulheres estimulando a criação de formas organizativas, contribuindo para o seu empoderamento e valorização do trabalho e do policial feminino;
- Mulheres negras quilombolas exercendo seus direitos de participação na vida polftica, rica e cultural das comunidades;
- Mulheres negras quilombolas sensibilizadas quanto à percepção do corpo como fonte de prazer, autoestima e afetividade.

Professores:
- Acompanhar e dar assessoria pedagógica no municio de Itapecuru, na comunidade de Santa Rosa do Barão.
- Possibilitar aos educadores metodologias pedagógicas alternativas que contribuam para ampliação do seu universo de conhecimento.
- Construção de materiais pedagógicas alternativas que estimulem a permanência da criança negras na escola e retratem a cultura da qual fazem parte.
- Acompanhamento, aplicação de conteúdo e observação do desenvolvimento dos professores e alunos com relação à história do negro considerando a realidade das comunidades negras rurais.

Atividades desenvolvidas
Oficinas de sensibilização para resgate da aujto-estima de crianças e adolescentes negros(as):
- Capoeira
- Perscussão
- Dança
- Estética
- Artes plásticas
- Jogos e brincadeiras

Oficinas de formação para cidadania com adolescente e jovens das comunidades negras rurais remanescente de quilombos:
- Identidade étnica
- Identidade cultural
- Auto-estima
- Gênero e etnia
- Racismo, preconceito e discriminação
- Políticas públicas
- Drogas
- Violência
- Sexualidade
- DST/AIDS
- Protagonismo juvenil
- Participação política

Oficinas de organização com mulheres das comunidades de Cajueiros e Sóassim:
- Gênero e etnia
- Empreendedorismo
- Garantia dos direitos humanos
- Sexualidade e saúda reprodutiva

Oficinas pedagógicas com professores:
- Oficinas modulares contextualizando a história da África.
- Oficinas pedagógicas resgatando a verdadeira história do negro no Brasil;
- Oficinas de resgate etnico-cultural da história da comunidade.

Instituição executora:
Centro de Cultura Negra do Maranhão
Apoio:
Chistian Aid - Inglaterra
Desenvolvimento e Paz - Canadá

Abanjá


O Grupo de Dança Afro Abanjá nasceu em 1985 a partir do desejo de algumas pessoas que já faziam parte do Bloco AKOMABU de fortalecer a luta do movimento negro pela valorização e preservação da cultura, através da dança afro. Seu parto, aconteceu no dia 16 de abril de 1985, após uma oficina de dança ministrada pelo professor Edson Katendê, nascido na Bahia e militante na época do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará-CEDENPA.

O nome ABANJÁ na língua Yorubá significa: "Na luta agora já!". E tem sido com o espírito de luta sempre que tem desenvolvido todo um trabalho no sentido de fortalecer o respeito a nossa cultura para construção da auto-esti-ma da população negra de nosso estado. Assim, o grupo desenvolve oficinas, seminários, debates e diversas apresentações artísticas com o objetivo de levar cada vez mais longe a missão do Centro de Cultura Negra do Maranhão.

Sua primeira apresentação aconteceu na Rua Paulo Frontim, no bairro do Monte Castelo, na tenda de Umbanda Luz e Vida de D. Mariazinha, onde recebeu as primeiras benças dos Orixás, Voduns e santos que guiam o grupo, tendo como padrinhos a saudosa Silvia Cantanhede e o professor Edson Katendê. A dança afro sempre foi a expressão mais forte no grupo, embora trabalhe também com a dança popular, principalmente aquelas que têm a cultura negra como marca de expressão. E assim o grupo montou o espetáculo Bumba Crioulo, que fez sua primeira apresentação em Belém do Pará, em julho de 1987 na realização do VII Encontro de Negros do N/NE, organizado pelo CEDENPA e CCN-MA, resgatando através da dança, teatro e música as manifestações culturais maranhense que tem raiz africana, como Tambor de Crioula, a Dança do Coco, a Dança do Divino, o Bumba -Meu -Boi, o Tambor de Mina, a Dança do Cacuriá. Os espetáculos de dança criados pelo grupo utilizam ritmos africanos como o Afoxé; Maculelê e o Afro Primitivo.

Ao longo dos anos de existência o Abanjá faz parte da história de várias pessoas que sempre acreditaram que é possível combater o racismo. E essa mensagem foi levada pelo grupo a vários municípios do Maranhão a outros estados como: Pernambuco, Bahia e Santa Catarina, chegando a atravessar as fronteiras indo até a Guiana Francesa. São muitos os responsáveis pela existência do grupo, mas queremos lembrar de forma especial Luiz Bandeira, um baiano arretado que veio com toda sua energia e axé, orientar o teatro e a dança no grupo. A lembrança e homenagem especial a inesquecível mulher negra Silvia Cantanhede, que com seu carisma, alegria e energia contagiante foi responsável pelo parto, crescimento e fortalecimento do grupo. Hoje ao lado de Olorum continua a iluminar e guiar esse grupo, com toda sua energia.O Grupo de Dança Abanjá já tem seus primeiros frutos, que é o Grupo Mirim Abanjá, formado por filhos e filhas de militantes do C.C.N, resultado das oficinas de dança e formação iniciado por Carla Algarves, em 2001.

Coordenação do Grupo de Dança Afro Abanjá/CCN:
Antônio Henrique França Costa, Gilmar Freitas, Gisele Padilha Costa, e Joana Carla Algarves.

Akomabu


Akomabu em língua Fon significa "a cultura não deve morrer" e o bloco afro Akomabu é a presença viva e pulsante da cultura negra do Maranhão. Já não é mais um bloco formado só por negros, mas de todas as pessoas que se identificam com a luta e os ritmos trazidos para o Brasil pelos africanos.

Bloco Afro Akomabu

O bloco Afro Akomabu criada em 03 de março de 1984, como mais um instrumento de luta do Centro de Cultura Negra do Maranhão no combate a discriminação racial através da preservação e valorização da riqueza cultural do povo negro. O bloco saiu pelas ruas de São Luís pela primeira vez com 60 pessoas que eram militantes do CCN e os freqüentadores de terreiros de Mina (em dialeto Jeje-nagô) e algumas músicas e algumas músicas do Bloco Afro Ilê Aiyê, da Bahia. Com um ritmo contagiante do afoxé-mina, envolve toda a população da ilha, seduzindo negros(as) e não negros(as) para um despertar da consciência racial, mostrando toda a sua beleza.

Banda Afro Akomabu

A banda Afro Akomabu criada em 1991, como mais um instrumento de luta do Centro de Cultura Negra do Maranhão, no combate a discriminação racial através da preservação e valorização da riqueza cultural do povo negro.

Composta por cantores e percussionistas integrantes do bloco Afro Akomabu, no início sob a coordenação do mestre Augusto Nassa formado pela Escola de Música do Maranhão e atualmente sob coordenação de Fátima Sousa e direção musical do mestre Eliezer D'Ogum, utiliza como instrumentos musicais: atabaque, agogô, cabaça, marcação, tumbadora, timbau e violão. A Banda Afro Akomabu destaca-se pelo seu ritmo musical, com batida forte do afoxé e da Mina que em vários aspectos a religiosidade africana também se faz presente.

Objetivos do CCN


São objetivos do CCN específicos ou integrados com outras entidades do movimento negro e social:
I – Denunciar e combater as formas de racismo, discriminação e preconceito racial, social, sexual e religioso, especialmente praticados contra a população negra ou afro-descendente;
II – Desenvolver estudos e pesquisas sobre a história sócio-politica cultural do negro no Brasil e particularmente no Maranhão visando o fortalecimento da construção da cidadania da população negra.
III – Assessorar e incentivar a população negra rural e urbana na conquista dos seus direitos contribuindo para sua emancipação sócio-econômica, política e cultural.

Para realizar seus objetivos o CCN promoverá:
I – Trabalhos educativos enfatizando a contribuição histórica, social, política e cultural da população negra do Maranhão e do Brasil, valorizando suas tradições étnicas expressadas tanto na área rural como na área urbana envolvendo sócios ou simpatizantes comprometidos com a questão racial, bem como, com a sociedade em geral, destacando ações educativas e culturais voltadas para crianças, adolescentes, jovens, homens, mulheres e lideranças das comunidades urbanas e/ou negras rurais quilombolas;II – Intercâmbio com instituições congêneres nacionais ou estrangeiras, convênio com universidades, fundações e centros de estudos sobre relações raciais e direitos humanos;
III – Constituição de um quadro de sócios contribuintes necessário à manutenção financeira do CCN;
IV – Constituição de patrimônio cultural e econômico beneficiando-se para tanto de doações ou financiamentos particulares e de entidades nacionais ou estrangeiras bem como de investimento próprio;
V – Atendimento e Assessoramento aos beneficiários da Lei Orgânica da Assistência Social e a defesa e garantia de seus direitos;
VI - Ações de caráter formativo e de capacitação para profissionais da área de educação com vistas a inclusão da cultura negra nas atividades escolares e curriculares, que contribuam para a permanência, sucesso e auto-estima das crianças e adolescentes negros(as) na escola.
São objetivos do CCN específicos ou integrados com outras entidades do movimento negro e social:
I – Denunciar e combater as formas de racismo, discriminação e preconceito racial, social, sexual e religioso, especialmente praticados contra a população negra ou afro-descendente;
II – Desenvolver estudos e pesquisas sobre a história sócio-politica cultural do negro no Brasil e particularmente no Maranhão visando o fortalecimento da construção da cidadania da população negra.
III – Assessorar e incentivar a população negra rural e urbana na conquista dos seus direitos contribuindo para sua emancipação sócio-econômica, política e cultural.

Para realizar seus objetivos o CCN promoverá:
I – Trabalhos educativos enfatizando a contribuição histórica, social, política e cultural da população negra do Maranhão e do Brasil, valorizando suas tradições étnicas expressadas tanto na área rural como na área urbana envolvendo sócios ou simpatizantes comprometidos com a questão racial, bem como, com a sociedade em geral, destacando ações educativas e culturais voltadas para crianças, adolescentes, jovens, homens, mulheres e lideranças das comunidades urbanas e/ou negras rurais quilombolas;II – Intercâmbio com instituições congêneres nacionais ou estrangeiras, convênio com universidades, fundações e centros de estudos sobre relações raciais e direitos humanos;
III – Constituição de um quadro de sócios contribuintes necessário à manutenção financeira do CCN;
IV – Constituição de patrimônio cultural e econômico beneficiando-se para tanto de doações ou financiamentos particulares e de entidades nacionais ou estrangeiras bem como de investimento próprio;
V – Atendimento e Assessoramento aos beneficiários da Lei Orgânica da Assistência Social e a defesa e garantia de seus direitos;
VI - Ações de caráter formativo e de capacitação para profissionais da área de educação com vistas a inclusão da cultura negra nas atividades escolares e curriculares, que contribuam para a permanência, sucesso e auto-estima das crianças e adolescentes negros(as) na escola.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Plano Operacional 2009


Eis o Plano Operacional programado para ações em 2009 pelo Centro de Cultura Negra do Maranhão.



terça-feira, 15 de setembro de 2009

Histórico: CCN-MA


O Centro de Cultura Negra do Maranhão, desde a sua fundação (1979), tem investido em ações de formação, que possibilite instrumentos para que os afros descendentes desse Estado se percebam enquanto um segmento social que pode criar condições a partir de sua organização, de atuar por si mesmo na transformação da realidade de opressão social baseada no racismo a que foi relegado.

O Centro de Cultura Negra do Maranhão tem como missão institucional, a conscientização política e cultural para resgatar a identidade étnica cultural e auto-estima do povo negro viabilizando ações que contribuam com a promoção de sua organização em busca de cidadania, combatendo todas as formas de intolerância causadas pelo racismo, e promovendo os direitos da população negra do Maranhão.

Dessa forma temos realizado:

- Seminários, palestras, encontros para a formação de quadros de militância;

- Organização de Encontros de Comunidades Negras Rurais, que além de permitir o fortalecimento da organização dessas comunidades, também resultou na criação de várias entidades do Movimento Negro no interior do Estado;

- Organização da Semana do Negro no Maranhão por ocasião do Dia Nacional de Denúncia Contra Racismo (13 de Maio) e Semana da Consciência Negra (20 de Novembro), que se constitui na discussão de um tema referente à questão racial, seja nos aspectos da historiografia da população negra, seja nos aspectos políticos e sociais da realidade atual, através de palestras, seminários, apresentação teatral entre outros, em escolas públicas da capital e interior do estado.

- Projeto Quilombo: Resistência Negra (PQRN), que atua em comunidades negras rurais com o objetivo de contribuir com o processo de formação identidade racial e fortalecimento da auto-estima de crianças, adolescentes, jovens, mulheres e lideranças, e ainda no estabelecimento de uma pedagogia pluri-racial com professoras (es) e alunos das escolas situadas nas comunidades quilombolas.

- Projeto Vida de Negro–PVN em parceria com a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos que desenvolve ações para os encaminhamentos legais, estudos e identificação de áreas para titulação de posse definitiva pelos quilombolas. Essa ação tornou-se pioneira no Brasil, servindo como referência a outros estados, permitindo a emergência de um movimento nacional que reivindica o cumprimento do Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal, relativo à titulação das Terras de Quilombo. No Maranhão foi criada em 1994, a Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas –ACONERUQ.

- Projeto “O Sonho dos Erês” – com crianças e adolescentes do entorno da sede da entidade, desenvolvendo oficinas educativas, artísticas e culturais, resgatando a identidade cultural e étnica, a auto-estima e construindo com elas uma consciência de luta contra o racismo;

- Curso Pré-Vestibular “Negros em Ação” - que objetiva oportunizar a preparação de negros e pessoas carentes para o ingresso na Universidade, bem como, o incentivo ao desenvolvimento intelectual e qualificação profissional;

- Bloco Afro Akomabu e Grupo de Dança Abanjá – ações no campo cultural que contribui para o fortalecimento da auto-estima da população negra, na perspectiva de ser espaços de alegria, beleza e afirmação de nossa negritude.

- Projeto RELIGIÕES AFRO-DESCENDENTES E SAÚDE – objetiva desenvolver ações de educação em saúde junto à comunidade de terreiros e casas de culto afro-brasileiros, na perspectiva e melhoria da saúde desse segmento da população negra, ressaltando a sabedoria ancestral praticada dentro desses espaços.

O Centro de Cultura Negra do Maranhão, no ano de 1994, obteve definitivamente sua sede própria, um prédio histórico, onde funcionou um deposito de pólvora no século XVII e depois um mercado de escravos no século XVIII. A partir daí, o CCN teve condições concretas de ampliar suas ações na perspectiva de cumprir sua missão, possibilitando a população afro-maranhense formas de organização política e cultural, na perspectiva do fortalecimento de sua identidade étnica e de luta por sua cidadania.

Nesse sentido intensificou suas ações na área da formação e educação desenvolvendo diversas atividades em escolas e universidade seja na rede pública ou na rede privada. Essas atividades no campo da formação sempre objetivaram a implantação da questão racial nas práticas pedagógicas da escola, que possibilite o respeito à diversidade cultural e racial dos alunos.

Essa linha de ação também foi estendida para a zona rural, mas especificamente em comunidades negras rurais, através do Projeto Quilombo Resistência Negra, que há 06 anos vem desenvolvendo atividades educativas e formativas para as comunidades negras, professores (as) crianças, adolescentes e mulheres, com especial atenção a situação educacional e organizativa dessas comunidades.

O Centro de Cultura Negra possui uma estrutura organizacional composta de:

- Assembléia Geral – formada por todos os sócios militantes da entidade;

- Coordenação Geral – composta por 03 pessoas, que respondem juridicamente pela instituição e pelas questões administrativas, financeiras e políticas;

- Conselho Fiscal - responsável por fiscalizar os bens patrimoniais, as finanças e as questões administrativas da entidade, é composto por 03 conselheiros efetivos e 03 suplentes:

- Serviço de contabilidade – a entidade dispõe de um contador, responsável em manter as prestações de contas de todas as ações;

- Secretaria e apoio administrativo – formado por 01 secretaria; 01 auxiliar administrativo; 01 cozinheira; 01 operacional;

- Programa Cultura e Identidade Afro Brasileira – estão ligados a esse programa todas as atividades culturais e artísticas, vinculadas ao grupo de Dança Afro Abanjá e ao Bloco Afro AKOMABU, sob a coordenação de 02 pessoas com apoio de sub- coordenadores de atividades;

- Programa Educação e Formação estão ligados a esse programa todos os projetos educativos e formativos, tais como: Projeto Quilombo Resistência Negra; Projeto Sonho dos Erês; Cursinho Pré-Vestibular Negros em Ação; Projeto Vida de Negro; SOS Racismo Projeto Ató-Irê; Biblioteca Maria Firmina. A coordenação do programa está sob a responsabilidade de 02 pessoas, com apoio dos (as) coordenadores (as) dos projetos. Cada projeto conta com uma equipe de técnicos e educadores e apoio financeiro de agências internacionais e instituições governamentais.